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Unit leva quatro troféus na premiação do Braskem SST 2018

Entre os vencedores, foram destaque: alunos, egressos e professores do curso de Jornalismo

às 14h26
No último final de semana aconteceu no Espaço Armazém a 5ª edição do prêmio Braskem SST (Saúde e Segurança do Trabalhador). Na premiação alunos e ex alunos do Centro Universitário Tiradentes foram contemplados. Na categoria estudante Ana Clara Mendes e Rafael Peixoto, e o trio Alice Renise, Bruno César e Iago Gomes. E na categoria webjornalismo a ex aluna Raíssa França foi contemplada.
Foto: Felipe Brasil
Foto: Felipe Brasil
Prof. Marcus Toledo (à esq.) Foto: Felipe Brasil
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Em terceiro lugar na categoria estudante, Ana Clara e Rafael Peixoto, garantiram o prêmio graças a reportagem sobre a insegurança dos enfermeiros nos hospitais públicos de Alagoas. “São muitos problemas que atingem a categoria, que é tão importante para a área da saúde, e a violência foi o que me chamou a atenção. Quando pensamos no prêmio, o assunto que mais se destacou foi esse”, explica Ana Clara.

O material foi produzido em três semanas e contou com a orientação do professor do curso de Jornalismo, Marcus Toledo. “Em especial, vale destacar o professor e orientador Marcus Toledo, que acompanhou o processo de construção do material. E também o professor Roberto Amorim, que todo período alerta sobre datas e temas dos prêmios”, conta Rafael Peixoto que afirma que os professores sempre incentivam a produção de reportagens para prêmios.

Apesar de terem ficado em terceiro lugar para eles a sensação é indescritível. “É muito bom o reconhecimento, não só por parte da comissão julgadora, mas dos profissionais da comunicação que leram e elogiaram o material”, revela Ana. Rafael peixoto aponta que sempre almejou ganhar um prêmio enquanto estudante, mas que só conseguiu agora no oitavo e último período mas que vibra com a vitória como se tivesse sido premiado com uma estatueta do Oscar.

Já no segundo lugar, da categoria estudante, ficaram os alunos do sexto período noturno Alice Renise, Bruno César e Iago Gomes, que produziram uma reportagem que relata acidentes em alto mar, seja lá em navio ou barco pesqueiro e problemas enfrentados pelos pescadores do Jaraguá. Iago explica que a ideia de produzir o material surgiu através de um trabalho de classe solicitado pelo professor Beto Macário. “Fizemos algumas fotografias, mas depois alguns pescadores nos procuraram para relatar a situação que eles enfrentavam. Daí, o professor Beto nos orientou a escrevermos para o prêmio”, conta.

O trio levou cerca de dez dias na produção e Iago afirma que desde o começo o professor e orientador Beto sabia que a pauta poderia render um prêmio. “O material foi totalmente para a web, estamos estudando jornalismo online e dentro dessa reportagem trabalhamos todas as ferramentas disponíveis para este tipo de material”. Para Iago ter um trabalho deles reconhecido num prêmio tão importante é uma das melhores sensações que ele já sentiu.

Segundo o orientador, Beto Macário há sempre um incentivo dentro das salas de aulas para que os alunos produzam conteúdos para a disputa de prêmios. “Ver estudantes realizando seus sonhos, que muitas vezes tentam uma colocação no mercado de trabalho, começam a se destacar e ter o seu trabalho reconhecido – tendo um prêmio em seu currículo. É gratificante ver eles conquistando espaço e tendo o seu trabalho reconhecido”, pontua.

Já no mercado de trabalho, Raíssa França está formada há um ano e já ganhou dois prêmios pós formação. Ela ficou em segundo lugar na categoria webjornalismo e produziu um material a respeito da situação que os pescadores enfrentam em Maceió. “Uma sensação de que estou no caminho certo, de que estou cumprindo meu papel enquanto jornalista e tratando de temas que nunca foram abordados e que são de extrema importância para a sociedade”, conta ao falar sobre a sensação de ter seu trabalho reconhecido e que está pondo em prática o que aprendeu nas salas de aula e nos estágios.

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