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Mundo e Metaverso: tecnologia promete modificar as formas de interações sociais e comerciais

conceito é ligado à possibilidade de acessar uma realidade paralela

às 19h07
Avatar do fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, apresenta o sistema de metaverso a ser operado pela empresa, que também mudou de nome (Reprodução/Facebook)
Avatar do fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, apresenta o sistema de metaverso a ser operado pela empresa, que também mudou de nome (Reprodução/Facebook)
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Nos últimos meses, um termo que tem ganhado bastante visibilidade é o do Metaverso. Conceito esse ligado à possibilidade de acessar uma realidade paralela, mesclando o virtual com a realidade aumentada. Basicamente, o usuário terá a vivência em um espaço virtual com influências reais nesse ecossistema, ou seja, uma experiência imersiva, mesmo não sendo algo real, trará a sensação de que é. 

A nova tecnologia é revolucionária, prometendo modificar as formas de interação social e econômica, juntando o mundo virtual e o real. E assim como toda novidade, alguns profissionais já estão de olho nas mudanças que esse novo ecossistema trará. 

O coordenador pedagógico do curso de Ciência da Computação e Engenharias, Francisco Vital, conta que através de algumas palestras, já tem percebido a amplitude das oportunidades que essa tecnologia irá trazer para o universo das interações sociais, compra e venda e até mesmo dentro da Ciência da Computação e engenharias. 

“Estive em uma palestra com Walter Longo, que atualmente é uma referência em Metaverso e pude perceber as diversas oportunidades. O Metaverso irá mudar todo padrão de negócio. Imagine estar em um mundo que não existe, poder vender para todo o planeta, saindo do cenário físico de vender para um público local e ir para o mundo virtual,  onde passam clientes de todos os países e interagem de forma muito dinâmica. Fazer negócios nesse ambiente global se tornará um diferencial competitivo para qualquer área, sendo uma grande oportunidade para a área de tecnologia, muito voltada ao conceito de jogos digitais e conectada também com o mundo físico. Imagine comprar uma casa e ter um endereço em Taiwan, onde você poderá alugar esta casa e ganhar dinheiro real (conceito de algo que nem sequer existe fisicamente, mas tem um capital de grande valor por estar em áreas privilegiadas geograficamente), isso tudo usando Realidade Aumentada e Realidade Virtual”, comenta. 

Por enquanto, ainda é tudo uma novidade, mas uma coisa é certa: diferentemente do que já foi lançado a respeito de realidades alternativas, como o jogo Second Life, o metaverso deve ser um espaço em que os usuários poderão não apenas se divertir, como trabalhar, realizar compras para a “vida real” e para o espaço virtual e fazer qualquer outra interação que não necessite de contato físico.

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