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Igreja do bairro Pinheiro é reconhecia como patrimônio material e imaterial

Igreja tem se destacado por combater o racismo, LGBTfobia e a violência contra a mulher

às 13h00
Foto: Carlos Eduardo Lopes
Foto: Carlos Eduardo Lopes
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No último dia 06 de outubro, a Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE) reconheceu a Igreja Batista do Pinheiro, em Maceió, como patrimônio material e imaterial do Estado. A proposta de reconhecimento foi iniciada em abril pela igreja representar movimentos sociais da cidade. Na época, os representantes criarem um abaixo-assinado virtual, como instrumento de pressão pelo pleito. A petição tinha a meta de 500 assinaturas.

A igreja foi a primeira na cidade a fechar por causa da pandemia e a última a abrir. Os cultos voltaram de forma presencial em julho e as transmissões pela internet continuam. O pastor Wellington Santos conta que manter as celebrações no bairro devastado pela mineração inadequada tem sido um trabalho de resistência.

O trabalho de acolhimento aos grupos minoritários não é de hoje. Em 2016, a Igreja Batista do Pinheiro chegou a ser excluída da Convenção Batista Brasileira (CBB) por realizar o batismo de membros assumidamente homossexuais.

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