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Fórum Regional realizou casamento coletivo de forma virtual

Casamento coletivo aconteceu no último sábado (22) como parte da programação do evento do NPJ, TJ e Defensoria Pública

às 19h47
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Um dos momentos mais esperados do Fórum de Desenvolvimento Regional do Centro Universitário Tiradentes – Unit Alagoas é o casamento coletivo. Devido à situação de pandemia, o evento este ano aconteceu de forma remota no último sábado (22) e realizou um total de 68 casamentos que foram transmitidos pelo canal do Youtube da instituição.

A professora Mariana Falcão Soares, docente do curso de Direito e coordenadora do Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ), explica que a realização desse casamento foi uma oportunidade única para os beneficiados de uma ação gratuita e o fato de acontecer de maneira remota propiciou a segurança necessária para a celebração de um momento único.

“O casamento vai além de estabelecer a sociedade conjugal e alterar o estado civil dos cônjuges, muitas vezes é o caminho para concretização de diversos outros direitos. Esta foi uma ação social pioneira e com resultados positivos para todos os envolvidos”, conclui Mariana.

Promovido pelo NPJ em parceria com o Tribunal de Justiça de Alagoas e a Defensoria Pública do Estado de Alagoas, o Fórum também sentenciou mais de 95% dos processos pautados para a ação. Dos 149 processos referentes a demandas de menor complexidade, 143 saíram sentenciados, sendo 45 deles de retificação do registro de pessoas trans.

A ação também foi uma grande oportunidade para a formação cidadã dos alunos do curso de Direito da Unit/AL, que participaram ativamente de todas as atividades realizadas pelo Núcleo durante o Fórum de Desenvolvimento Regional, que compreendeu os Mutirões da Cidadania e da Transcidadania.

“A atividade visou proporcionar aos alunos a realização de exercícios de prática real, de modo a fomentar a aprendizagem e proporcionar o aperfeiçoamento intelectual com uma formação humanizada, bem como possibilitar não só o acesso à Justiça, mas também a efetiva prestação da tutela jurisdicional do Estado às comunidades carentes da cidade de Maceió”, apontou a coordenadora.

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