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Conjuntura internacional e processos migratórios


às 12h33
O curso de Serviço Social do Centro Universitário Tiradentes – Unit na última terça-feira, 27, realizou uma discussão sobre conjuntura internacional e processos migratórios. O evento aconteceu no auditório I, do campus Amélia Maria Uchôa e reuniu alunos e profissionais da área.
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O objetivo do evento foi realizar uma discussão sobre o cenário da crise estrutural do capital e seus impactos para a classe trabalhadora e o processo de migração internacional que pode ser desencadeado por diversos fatores: em consequência de desastres ambientais, guerras, perseguições políticas, étnicas ou culturais, causas relacionadas a estudos em busca de trabalho e melhores condições de vida, entre outros. O principal motivo para esses fluxos migratórios internacionais é o econômico, no qual as pessoas deixam seu país de origem visando à obtenção de emprego e melhores perspectivas de vida em outras nações. O evento também contou com a participação e exposição do professor aposentado da Ufal, Dr. Ivo Tonet.

“Conforme relatório de desenvolvimento humano de 2009, realizado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), aproximadamente 195 milhões de pessoas moram fora de seus países de origem, o equivalente a 3% da população mundial, sendo que cerca de 60% desses imigrantes residem em países ricos e industrializados. No entanto, em decorrência da estagnação econômica oriunda de alguns países desenvolvidos, estima-se que em 2010, 60% das migrações ocorram entre países em desenvolvimento. Os principais destinos da migração internacional são os países industrializados, entre eles estão: Estados Unidos, Canadá, Japão, Austrália e as nações da União Europeia. Os Estados Unidos possuem o maior número de imigrantes internacionais – dos 195 milhões, 39 milhões residem naquele país. A migração internacional promove uma série de problemas socioeconômicos. Em face das medidas tomadas pela maioria dos países desenvolvidos no intento de restringir a entrada de imigrantes, o tráfico destes tem se intensificado bastante”.

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