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Conheça alagoanos ilustres da música

Além de belas paisagens naturais, o estado é conhecido por seus talentos. Confira alguns deles

às 20h38
Eliezer Setton
Eliezer Setton
Naná Martins
Djavan
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Além de ser conhecida por suas belas paisagens naturais e sua recepção calorosa com os turistas, Alagoas chama atenção por seus talentos. E para homenagear nossa terra, separamos alguns artistas para você conferir seus trabalhos:

  • Em 2015 fomos apresentados ao reggae original Jamaicano que a banda Vibrações levou aos palcos do reality show Superstar. Mas a banda Alagoana já tem mais de 24 anos de estrada (começou em 1998). Suas letras são carregadas de denúncias sociais, apelo pela não-violência e mensagens de paz e amor; 
  • Crescida no chão batido de um terreiro na periferia de Maceió, Naná Martins traz em suas músicas toda sua vivência, suas raízes africanas e em suas apresentações são carregadas de afrobrasileiridades. Embora sua veia artística existe desde a infância, quando cantava no Centro de Formação e Inclusão Social Inaê, foi apenas aos 19 anos que sua carreira iniciou; 
  • Eliezer Setton é um cantor e compositor Maceioense de forró que começou sua carreira em 1976 e no ano seguinte participou do seu primeiro festival e posteriormente, participou do Grupo Terra (considerado um marco da cultura Alagoana no final dos anos 70). Suas músicas mais famosas são: “Hora H”, “Liberdade de alçapão”, “Sou pajuçara” e “Noite de lua”. Hoje, o cantor e compositor é membro da Academia Maceioense de Letras; 
  • Conhecida na noite da capital Maceioense, Kel Monalisa é uma intérprete Alagoana famosa por cantar MPB (Música Popular Brasileira). A cantora começou sua carreira em festas de amigos e familiares e festivais escolares. Dos bares, ela foi convidada para abrir o show do cantor Jorge Vercillo e posteriormente foi parar nos palcos do programa Ídolo (2012); Hoje ela já tem mais de 10 anos de carreira.  
  • Djavan, cantor e compositor, nascido em Maceió em 27 de janeiro de 1949. Sua mãe, que era lavadeira, entoava canções de Ângela Maria e Nelson Gonçalves. Aprendeu violão sozinho na adolescência. Aos dezoito anos, formou o conjunto Luz, Som, Dimensão (LSD), que tocava em bailes de clubes, praias e igrejas de Maceió. Em 1973 foi para o Rio de Janeiro onde teve a oportunidade de gravar músicas de outros artistas para as novelas da Rede Globo. O reconhecimento aconteceu mesmo em 1975 quando participou do Festival Abertura e conquistou o segundo lugar com a música “Fato consumado”. Seu primeiro LP foi em 1976 tendo a faixa “Flor de lis” um de seus grandes sucessos.
  • Hermeto Pascoal é um compositor arranjador e multi-instrumentista (toca acordeão, flauta, piano, saxofone, trompete, bombardino, escaleta, violão e diversos outros instrumentos musicais). Nascido em Olho d´Água, foi criado em Lagoa da Canoa. A partir de um cano de mamona de “gerimum” (abóbora), fazia um pífano e ficava tocando para os passarinhos. Até que o 8 baixos de seu pai, de sete para oito anos, ele resolveu experimentar e não parou mais.

Com informações da Secult/AL

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