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Alunos do curso de Odontologia se juntam para doar sangue


às 13h32
O Centro Universitário Tiradentes – Unit – se preocupa com a formação acadêmica e social de seus alunos e pensando nisso o curso de odontologia desafiou os alunos para doarem sangue, como um dos pré-requisitos de avaliação. A gincana reuniu mais de 100 doações e aconteceu no Hemocentro de Alagoas, localizado no bairro Trapiche.
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Atualmente são coletadas no Brasil, cerca de 3,6 milhões de bolsas/ano, o que corresponde ao índice de 1,8% da população doando sangue. Embora o percentual esteja dentro dos parâmetros da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Ministério da Saúde trabalha para aumentar este índice. O Ministério da Saúde reduziu a idade mínima de 18 para 16 anos (com autorização do responsável) e aumentou de 67 para 69 anos a idade máxima para doação de sangue no País.

O professor João Goulart resolveu incentivar a turma de Odontologia, transformando a doação de sangue na Medida de Eficiência, um das formas de avaliação da Unit e as equipes que conseguissem levar mais pessoas conquistariam mais um ponto na média.

“Quando idealizei o projeto de doação de sangue, pensei em alguma atividade que despertasse no aluno um senso de responsabilidade social e que permitisse que ele desenvolvesse algo que trouxesse benefício direto para a sociedade alagoana. Então me veio à ideia de uma “medida de eficiência solidária”, onde poderíamos trabalhar com o aluno a conscientização sobre a importância da doação de sangue e estimular algumas doações, aproveitando a situação atual dos hemocentros do nosso estado que tem muita carência de em seus bancos de sangue. Devo confessar que já esperava um bom resultado, pois os alunos do curso de Odontologia são muito participativos e empenhados, em especial nas ações sociais. Entretanto, acabei me surpreendendo com as 124 doações de sangue e pelo menos 3 doações de medula óssea que eles conseguiram, o que na minha opinião é um número muito significativo”, afirma o professor João Goulart.

“Doar sangue é um ato de solidariedade. Cada doação pode salvar a vida de até quatro pessoas. Vale ressaltar que é importante criar o hábito de doar, já que doar sangue é um ato de responsabilidade social. E esta responsabilidade social não se deve limitar à simples doação de sangue por um cidadão. É importante que este cidadão transforme outro cidadão em doador de sangue, formando-se uma corrente de agentes multiplicadores e disseminadores da importância social da doação de sangue. Quando isto acontecer não faltará sangue para o atendimento da população e a sociedade terá cumprido seu importante papel nesse processo”, afirma a aluna Ivana Falcão.

 

 

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