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Conversas Interdisciplinares sobre Democracia e Justiça

Evento contou com a participação da banda NSC e do Vereador Lobão

às 15h56
O Centro Universitário Tiradentes – Unit por meio do Programa de Pós Graduação em Sociedade, Tecnologias e Políticas Públicas e apoiado pelo curso de Direito, realizou a segunda edição do Conversas Interdisciplinares sobre Democracia e Justiça. O evento aconteceu no auditório II, no bloco C, do campus Amélia Maria Uchôa, em Cruz das Almas.
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Com a temática “Direito dos Oprimidos: a resolução de litígios na periferia”, o evento contou com a contribuição da Mediadora Jurídica Lavínia Cavalcanti, que falou sobre mediação e resolução de conflitos, do professor de História e líder comunitário Edcarlos do Santos, que expôs a realidade e as necessidades das periferias, do Vereador Lobão, que apresentou seus projetos voltados para melhorias e para as demandas da periferia, e de Alex NSC, do grupo  Neurônios Subconscientes – NSC, cantando as experiências, as dificuldades e as expectativas das comunidades periféricas, como a do Reginaldo em Maceió.

O evento foi organizado pelos alunos do curso de Direto, que participam do grupo de estudos “Democracia e Justiça”, coordenado pelo professora Dra. Lorena Madruga Monteiro.

“O evento conversas interdisciplinares, que, em sua primeira edição discutiu o “feminismo Negro”, e nesta “A resolução de litígios na periferia” responde as demandas colocadas pelos alunos do curso de Direito que participam do grupo de estudos “Democracia e Justiça”. Tanto a primeira edição, quanto a segunda reforçaram a natureza interdisciplinar, o formato aberto do evento, e a articulação com a sociedade alagoana, privilegiando as falas dos sujeitos, não apenas o debate acadêmico. A segunda edição, em especial, além de refletir a partir dos próprios sujeitos as  perspectivas das periferias, oportunizou a apresentação do projeto de pesquisa piloto “Acesso á justiça, percepção de Direitos e resolução de litígios em uma periferia de Maceió” que será desenvolvido pelos alunos do grupo sob minha coordenação, afirma a Dra. Lorena Madruga Monteiro.

“Organizar um avento que proporcionou a comunidade acadêmica ouvir representantes de comunidades, trazendo um ponto de vista muitas vezes esquecido pelos operadores do Direito principalmente quando nos deparamos com a realidade das comunidades foi veemente enriquecedor. Socialmente falando foi construída uma ponte entre graduandos e as comunidades, o que é extremamente relevante na construção de uma sociedade mais consciente e voltada no caminho certo para solucionar questões tão maléficas como a violência. Por fim esse evento foi uma palestra de resistência e todos ali compartilhavam da mesma forma de reivindicar, a palavra, a diferença é que eles rimam e a gente disserta”, afirma a aluna Moniky Lyon.

 

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